Clipping abrava 21 03 2012 abrava abrava

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AHR Orlando

Revista do Frio – JAN./2016 P. 41

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Em grande estilo, Noite do Pinguim embala despedida de 2015

Revista do Frio – JAN./2016 P. 40

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Construcción eleva ingresos en el sector de torres de enfriamiento

ACR Latinoamérica, 08/03/2016

Pronósticos indican que el mercado mundial de torres de enfriamiento crecerá desde los US$2.34 mil millones en 2015 a US$2.88 millones en 2020, a una tasa de crecimiento anual compuesta (CAGR) del 4,2%, según un nuevo informe publicado por MarketsandMarkets. El mercado está siendo impulsado por el aumento de las implementaciones en HVAC, incrementando la capacidad de generación de energía y los avances tecnológicos en las torres de refrigeración. Se espera que Asia - Pacífico presencie un fuerte crecimiento en los próximos cinco años. La demanda en toda la región se ve reforzada por los mercados emergentes, a saber, China e India. Esta alta tasa de crecimiento se puede atribuir a la creciente industria de la construcción, especialmente edificios comerciales. El crecimiento de la industria de la construcción ha disparado la demanda de sistemas de aire acondicionado, lo que ha influido positivamente en el crecimiento del mercado de la torre de enfriamiento. Asia y el Pacífico dominan el mercado de torres de enfriamiento debido al aumento de la demanda del segmento de aplicaciones HVAC/R. El aumento de la población, la industrialización y las crecientes preocupaciones relacionadas con el desarrollo de la infraestructura han elevado significativamente el crecimiento de la edificación y de la industria de la construcción de la región, que en consecuencia ha disparado la demanda de las torres de refrigeración. Europa es el segundo mayor mercado para las torres de enfriamiento.

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Controles para HVAC, un mercado en crecimiento

ACR Latinoamérica, 08/03/2016

Se prevé que el mercado mundial de controles de climatización aumente a una tasa de crecimiento anual compuesta (CAGR) del 8,67%, desde 2016 hasta 2020, de acuerdo con un informe de Sandler Research. En los países en desarrollo, como China, se espera una creciente necesidad de monitoreo de la calidad del aire para impulsar el crecimiento del mercado de controles de climatización, con el objetivo de evitar un aumento de la incidencia de enfermedades respiratorias. En EE.UU., se espera que la demanda de los termostatos avanzados ayude a impulsar el mercado de controles de HVAC. La mejora de la eficiencia de la climatización y la iluminación, así como la integración de los controles, reduce el consumo de energía y los costos, mejora las condiciones ambientales, y crea un ambiente interior mejor para los ocupantes del edificio. Debido a que el HVAC consume casi el 40% de la electricidad utilizada en edificios comerciales, los sistemas de control mejorados pueden reducir significativamente el consumo de energía y los costos. El segmento de sensores aportó la mayor parte de los ingresos para el mercado durante 2015 y los sensores están siendo cada vez más utilizados en los sistemas de control de climatización avanzados.

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Maioria dos museus brasileiros segue vulnerável a incêndios

Newsletter Instituto Sprinkler do Brasil, 07/03/2016

Os incêndios que destruíram recentemente boa parte do Museu da Língua Portuguesa, abrigado no prédio histórico da Estação da Luz, e, posteriormente, da Cinemateca Brasileira, ambos em São Paulo, expuseram, novamente, a fragilidade dos sistemas de proteção contra incêndio em prédios culturais e que são considerados patrimônios do País. O Instituto Sprinkler Brasil (ISB) acredita que tais ocorrências poderiam ter sido minimizadas ou até mesmo evitadas se o Brasil tivesse uma legislação de proteção contra incêndio mais abrangente. A constatação está baseada na análise das melhores práticas de proteção a edifícios com estas características adotadas em países como Estados Unidos, Canadá e Reino Unido. A legislação brasileira que trata de proteção contra incêndio no Brasil tem como premissa básica garantir a saída segura dos ocupantes da edificação, relegando a preservação do prédio e de seu conteúdo ao segundo plano. Entretanto, esse tipo de princípio não deve ser aplicado especialmente a locais de interesse histórico e cultural como os museus. Tal lei não garantiria, por exemplo, a preservação de obras de grandes artistas como Van Gogh, Cézanne, Monet, Modigliani, entre outros que compõem o acervo do MASP (Museu de Arte de São Paulo), caso ele sofresse um incêndio. O mesmo aconteceria com os documentos valiosos que estão sob a responsabilidade da Biblioteca Nacional, no Rio de Janeiro, se o local fosse atingido pelo fogo. Em todo o mundo, um número cada vez maior de museus está instalando sistemas de sprinklers ou chuveiros automáticos. Eles são considerados o meio mais eficiente de proteger coleções de obras de arte contra incêndio por algumas das principais organizações culturais do mundo, como o Instituto Smithsonian em Washington, nos EUA; o Conselho para Museus, Arquivos Históricos e Bibliotecas do Reino Unido; e o Instituto Canadense de Conservação do Patrimônio. “Temos acompanhado uma sequência de incêndios em prédios históricos no Brasil, como o Teatro Cultura Artística, o Memorial da América Latina e, agora, o Museu da Língua Portuguesa e a Cinemateca Brasileira. Na ocasião do incêndio, os responsáveis por estes lugares afirmam estar cumprindo com o que está previsto na legislação, mas, se o prédio pega fogo é porque o nível de proteção adotado não é suficiente para impedir que eles queimem. Está mais do que na hora de revisar estas leis”, constata o diretor geral do ISB, Marcelo Lima. Fonte:

Registros de incêndio disparam no Nordeste do Brasil

Newsletter Instituto Sprinkler do Brasil, 07/03/2016

Os incêndios reportados pela imprensa e monitorados pelo Instituto Sprinkler Brasil (ISB), desde 2012, dispararam em três Estados do Nordeste Brasil, em 2015. Alagoas, Maranhão e Rio Grande Norte tiveram aumento entre 76% e 162% na comparação com os dados de 2014. De acordo com o levantamento do ISB, ao longo de 2015 foram noticiados 1349 incêndios em todo o Brasil, contra 1275 ocorrências registradas no ano anterior, o que representa aumento de 5,8%. Se comparado aos dados de 2012, ano em que teve início o monitoramento, houve aumento de 41% nos reportes. Apesar do monitoramento diário das notícias de incêndio, os dados apurados pelo ISB servem como uma pequena amostragem da realidade, já que as informações oficiais, de posse dos corpos de bombeiro estaduais não são divulgadas no Brasil. “Acreditamos que esses incêndios representem cerca de 3% do que acontece de fato”, afirma o diretor geral do ISB, Marcelo Lima. Os Estados que mais tiveram aumento nos registros de incêndio reportados pela mídia, em 2015, foram: Maranhão, com 162%; Rio Grande do Norte, com 87%; e Alagoas, com 76%. Os Estados de Pernambuco (25%), Paraná (16%) e Rio Grande do Sul (11,8%) também apresentaram crescimento. Apesar de serem os Estados com maior número de ocorrências, São Paulo e Rio de Janeiro ficaram praticamente estáveis em 2015. A pesquisa mostra que o maior número de ocorrências de incêndio em 2015 ocorreu em edifícios comerciais (28% em lojas, shopping centers e supermercados), seguido por indústrias (17%) e imediatamente pelos sinistros em depósitos (14%). Outro percentual bastante expressivo vem dos chamados locais de reunião de público (igrejas, teatros, aeroportos, clubes, estádios, casas noturnas, escolas de samba, restaurantes e bibliotecas), em que foram registrados 13% do número total de incidentes no ano passado. A pesquisa considera os incêndios que ocorreram em diversos tipos de construções, como instalações industriais e comerciais, depósitos, bibliotecas, escolas, hospitais e hotéis, excluindo os incidentes em residências e em áreas rurais, que são reportados diariamente pela imprensa brasileira. Fonte:

Déficit em declínio.

Revista do Frio – JAN./2016 P.16

Fonte:

Apagão de mão-de-obra desafia desenvolvimento do HVAC-R

Revista do Frio – JAN./2016 P. 12

Fonte:

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Honeywell e Elster juntas

P&S, Produtos e Serviços, n. 492, dez.2015/jan.2016. p. 13

Fonte:

Mitsubishi Electric se queda con la totalidad de empresa de HVAC

ACR Latinoamérica, 08/03/2016

Mitsubishi Electric Corp., tras la adquisición de aproximadamente el 74,97% de las acciones de DeLclima S.p.A. de De'Longhi S.A. Industrial el 23 de diciembre de 2015, lanzó una oferta pública de adquisición obligatoria para adquirir las acciones restantes. En consecuencia, Mitsubishi Electric ha completado la adquisición de todas las acciones restantes que representan aproximadamente el 25,03% del capital social y ha alcanzado el 100% de propiedad de DeLclima. El precio total de compra en relación con la adquisición de aproximadamente el 74,97% del capital social de DeLclima de De'Longhi Industrial era de 508 millones €, con un precio por acción de 4,5271 euros. La suma total en relación con la oferta pública de adquisición obligatoria fue de aproximadamente 170 millones de €, con un precio por acción de € 4,5271. Como resultado, el precio total de compra por el 100% de las acciones DeLclima ascendió a aproximadamente 677 millones €. Mitsubishi Electric anunció que pretende realizar con rapidez las sinergias con DeLclima y fortalecer su negocio de climatización comercial a nivel mundial. DeLclima diseña, fabrica y comercializa equipos de climatización comercial y equipos de refrigeración para uso comercial, industrial, e IT. Fonte:

Bosch crea una nueva empresa para el desarrollo de las "smart homes"

ACR Latinoamérica, 08/03/2016

Internacional. Bosch anunció que ha reforzado su negocio de soluciones para el hogar inteligente. La recientemente fundada filial, Robert Bosch Smart Home GmbH, reunirá todas las actividades de la empresa relacionadas con el "hogar inteligente", incluido el software y la experiencia alcanzada en sistemas de sensores. En el futuro, la nueva compañía ofrecerá muchos productos y servicios para las "smart homes" de un proveedor único: por ejemplo, una nueva solución que pueda informar sobre intrusiones y ayudar a controlar la calefacción para ahorrar energía. Desde enero de 2016, los clientes ya pueden comprar online los primeros productos de Bosch en este campo. Estos incluyen el controlador Bosch smart home, un termostato inteligente y un contacto para puertas o ventanas. Las soluciones de Bosch para el hogar inteligente están dirigidas a un gigantesco mercado: según los expertos, para 2020 unos 230 millones de hogares en todo el mundo –casi el 15% de todos los hogares– equiparán tecnologías "smart home". "La creación de la filial Bosch Smart Home es un importante paso estratégico hacia la puesta en común y la ampliación de nuestra gama de soluciones para el hogar inteligente. Las smart homes proporcionan nuevos servicios que hacen la vida de las personas más fácil y que ofrecen un gran potencial de negocio", asegura Stefan Hartung, miembro del consejo de administración de Robert Bosch GmbH y responsable del área empresarial Tecnología para la Energía y la Edificación, a la que pertenece la nueva empresa. Fonte:

Proyectos verdes se duplicarían para 2018

ACR Latinoamérica, 08/03/2016

Las empresas que participan en construcción en Estados Unidos planean intensificar su participación en la construcción ecológica en los próximos tres años, de acuerdo con el nuevo estudio de Tendencias Mundiales de Construcción Verde realizado por Dodge Data & Analytics, con el apoyo de United Technologies Corp. y su negocio de UTC Climate, Controls & Security. EE.UU. es también uno de los líderes mundiales en el porcentaje de empresas que tienen previsto construir nuevos proyectos institucionales verdes y hacer acondicionamientos ecológicos en los edificios existentes.Según el informe, la construcción en EE.UU. debería ver un aumento en la proporción del trabajo verde en los próximos años, en gran parte como resultado de la intensificación de las empresas en su participación en la industria de la construcción verde. Un porcentaje creciente de los encuestados prevé que más del 60% de sus proyectos serían proyectos verdes - desde el 24% de los encuestados en 2015 hasta el 39% en 2018. Las cifras de los encuestados que proyectan que menos del 15% de sus proyectos sería certificado verde cayeron del 41% en 2015 a 27% en 2018. Si bien este aumento de la cuota de la construcción verde es impresionante, es significativamente menor que muchos países en desarrollo incluidos en la encuesta. Por ejemplo, Brasil espera un crecimiento de seis veces (de 6% a 36%) en el porcentaje de empresas que llevan a cabo la mayoría de sus proyectos verdes; se espera un crecimiento de cinco veces en China (del 5% a 28%); y un crecimiento de cuatro veces se espera en Arabia Saudita (de 8% a 32%). Fonte:

Escolhas para 2016 (fluidos)

Revista do Frio – JAN./2016 P. 14

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Pasta inibidora de corrosão IGZ 220 ajuda a prolongar a vida útil de paineis fotovoltaicos

IPESI INFORMA, 03/03/2016

A vida de um painel solar fotovoltaico pode ser seriamente afetada pela corrosão galvânica. O tipo de metal e as condições atmosféricas como umidade e cloro podem promover falhas estruturais nas montagens dos componentes. Os metais presentes nas estruturas podem sofrer desgaste com a corrosão provocando a necessidade de substituição de peças, ou dificuldade em remoção de fixações mecânicas nas quais o processo tenha se iniciado. Considerando que a vida útil de um painel deve superar 20 anos, no momento da montagem deve existir um cuidado para que as conexões e fixações tenham tempo de vida adequado. Dentre os muitos processos para prevenir a destruição e/ou degradação dos metais a inibição da corrosão é um dos melhores métodos considerando a relação custo benefício. A pasta inibidora de corrosão IGZ 220 da Implastec foi formulada com partículas ultrafinas de zinco, que operando como um metal de sacrifício, protege as fixações contra a oxidação. Fonte:

Ventiladores e ar condicionado ajudam a aliviar as altas temperaturas no verão

Cruzeiro do Sul, Sorocaba, 23/02/2016 – B01

Fonte:

Componentes Danfoss garantem maior eficiência na climatização de shopping em Manaus

P&S Notícias, 22.02.2016

Inaugurado em novembro de 2014, o Sumaúma Park Shopping é o primeiro shopping construído na Cidade Nova, Zona Norte de Manaus. Localizado próximo à primeira Unidade de Conservação do Amazonas - Parque Estadual Sumaúma - o centro de compras faz parte do Grupo DB, que representa a maior rede varejista de hipermercados e supermercados da região Norte do país. O Sumaúma Park Shopping tem mais de 137 mil m² de área total construída, além de 45,5 mil m² de área locável e cerca de 2.000 vagas de estacionamento. Com quatro pavimentos, o empreendimento tem mais de 200 lojas de diversos segmentos. Situado em uma cidade com temperatura extremamente elevada, o Sumaúma contou com o projetista Thermo Consultoria para definir um sistema de ar condicionado que proporcionasse conforto térmico aos lojistas, ao público e demais ocupantes. Foram elaborados vários estudos técnico-econômicos comparando custos iniciais e operacionais de diversos sistemas disponíveis no mercado para fornecer a solução mais adequada em termos técnicos, econômicos, financeiros, estratégicos e ecológicos. Dessa forma, o sistema de expansão indireta com condensação a água foi o escolhido e implantado no Sumaúma. Como o shopping tem uma grande quantidade de consumidores de água gelada, isto é, os condicionadores de ar dos lojistas e do próprio shopping, o projetista adotou as válvulas de balanceamento e controle AB-QM da Danfoss. As válvulas AB-QM proporcionam o balanceamento adequado das vazões de água gelada em todos os pontos críticos do sistema. “É uma solução moderna e eficiente, se comparada aos sistemas de balanceamento convencionais realizados de forma manual por meio das válvulas borboleta, globo ou esfera. Os valores de vazão do projeto são obtidos de forma adequada e precisa, umas das premissas básicas ditadas no projeto”, explica o engenheiro mecânico Luiz Antonio de Oliveira Ferreira, sócio-diretor da Thermo Consultoria. Além disso, a utilização das válvulas AB-QM da Danfoss reduzem o trabalho de balanceamento em comparação com sistemas convencionais, pois poupam o tempo na execução deste serviço. A solução da Danfoss é mais eficiente exatamente pela diminuição do tempo de execução e consequentemente o custo do balanceamento. A instaladora Newset escolheu trabalhar com a Danfoss neste empreendimento em função da alta confiabilidade e da tecnologia empregada nas válvulas AB-QM. “Os diferenciais das válvulas de balanceamento independentes de pressão da Danfoss são a facilidade de balanceamento, a eficiência do controle de vazão constante nos pontos de consumo (lojas), além da possibilidade de motorização para controle de temperatura dos fancoils que atendem as lojas”, acrescenta o engenheiro Wellington Moreira, diretor da Newset Engenharia. Continua... FONTE:

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Crise afeta lançamentos de shoppings e novos espaços terão formato menor

D C I, 10/03/2016 - 05h00 - Sammy Eduardo

São Paulo - Os shopping centers que serão lançados nos próximos anos deverão ser mais compactos em comparação aos que já existem. Nada de complexos enormes. A tendência do setor são projetos compactos para driblar a crise econômica, que leva as empresas a buscarem reduzir custos operacionais e investimentos. Se antes era possível encontrar lojas de até três andares nos centros de compras - conhecidas como lojas âncoras -, os espaços a serem inaugurados não devem oferecer tamanhos tão grandes para as empresas que pretendem operar nos locais, pois quanto maior o local, mais alto será o custo de operação. "Essas lojas [âncoras] continuam sendo muito importantes para o empreendimento em si, pois atraem um fluxo maior de consumidores. No entanto, não são tão vantajosas do ponto de vista de vendas ou de colaboração com aluguéis e outros custos neste momento de crise econômica", explica a superintendente da Associação Brasileira de Shopping Centers (Abrasce), Adriana Colloca. Por isso, de acordo com ela os empreendimentos a serem inaugurados nos próximos anos no mercado brasileiro devem deixar de oferecer espaços para o conceito de megastores, mais difíceis de serem comercializados em momentos de instabilidade. Segundo Adriana, até dezembro deste ano serão abertos 30 novos shoppings pelo Brasil, sendo que ano passado foram apenas 18. "Mas nos próximos anos esses números devem cair bastante", diz. Dos anunciados para 2016, pelo menos 23 devem ser lançados em cidades do interior do País. Ainda segundo ela, os malls que serão abertos este ano foram projetados há três ou quatro anos, quando a crise econômica ainda não dava sinais da gravidade atual, além do fato de que alguns espaços tiveram suas aberturas adiadas. "Por isso teremos quantidade menor de novos shoppings nos próximos anos. Serão espaços projetados em um momento de economia desaquecida". Sobre a compactação das lojas, Adriana crê que a dificuldade em encontrar grande terrenos nas principais metrópoles do País também possa ser um empecilho. "É uma adequação de formato. São Paulo e Rio de Janeiro, por exemplo, são cidades onde o metro quadrado é bastante caro. Isso também resulta em uma redução dos espaços para lojas âncoras", conta. A Abrasce estima que empresas do setor invistam até R$ 14 bilhões em novos projetos e expansões ainda este ano. Mas ao anunciar seu balanço consolidado, a companhia Iguatemi Shoppings Centers divulgou que deve diminuir em quase R$ 200 milhões seus investimentos no setor. Se no ano passado, a empresa injetou R$ 360 milhões em expansões e novos empreendimentos, neste ano a companhia aponta que serão apenas R$ 170 milhões. Conforme a informação que consta na divulgação do balanço, a Iguatemi deve focar na inauguração de outlets nos próximos anos, já que estes empreendimentos demandam menos recursos. Marcas internacionais: Parte da estratégia por lojas menores também é resultado da chegada de marcas internacionais ao País que aumentaram a competição pelo consumidor. Para a sócia-diretora da Vecchi Ancona - Inteligência Estratégica, Ana Vecchi, o desembarque dessas marcas no País com produtos a preços mais acessíveis trouxe uma concorrência que as redes que já atuavam no País há mais tempo desconheciam. "A concorrência também leva a uma adaptação. Por exemplo, quando a Forever 21 chegou ao Brasil, lojas como a C&A e Riachuelo tiveram de rever também seus espaços", diz. "A gente teve também um crescimento absurdo de construções e inaugurações de espaços em um momento de economia aquecida, então o varejo apostou nas megastores e lojas grandiosas", acrescenta. Com a crise, diz ela, os custos dessas operações se tornaram muito altos e a concorrência, mesmo com varejistas de menor porte, ficou apertada, o que resultou no abandono de projetos de lojas enormes. A taxa de vacância (espaços vagos) nos shoppings chegou a 3,9% em 2015, segundo dados da Abrasce.

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Casas com propostas bioclimáticas

Arcoweb News, 09/03/2016

Utilizar elementos da natureza, como a luz solar e o vento, para criar edificações mais confortáveis e menos dispendiosas é um conceito que vem sendo disseminado em projetos de construções residenciais. Alguns escritórios de arquitetura têm apresentado esse caminho para clientes que, a princípio, querem apenas uma casa que economize água e energia, sem saber, entretanto, quais os meios para atingir um bom grau de eficiência energética. Reúso de água e aquecimento por energia solar são as soluções mais conhecidas, mas o projeto de arquitetura pode extrair muito mais daquilo que a natureza oferece, através da orientação do imóvel no terreno, posicionamento das aberturas, sistemas de ventilação cruzada e coberturas verdes, entre outras propostas. A demanda por casas com soluções bioclimáticas tem aumentado nos últimos anos, segundo a arquiteta Patrícia Santos, que começou a perceber essa mudança há cerca de dois anos. Ela é sócia no escritório Ares Arquitetura, de Belo Horizonte, criado em 2010 por um grupo de arquitetos pesquisadores em arquitetura bioclimática, da Universidade Federal de Minas Gerais, com foco em projetos sustentáveis, que aproveitem os recursos naturais para a construção e promovam a gestão de resíduos da obra. “Os clientes se encantam quando explicamos o partido do projeto em cima de condições bem fundamentadas e embasadas. Eles costumam comprar a ideia e se interessam bastante pela conceituação. A estratégia bioclimática acaba por valorizar o trabalho do arquiteto”, diz Patrícia. “Acredito que a mobilização de órgãos públicos, instituições e a própria companha pela racionalização de recursos naturais têm despertado essa preocupação nas pessoas de forma geral”, completa. E para aqueles que pensam que uma residência bioclimática representa gastar mais, o arquiteto Flávio Castro dá seu recado: “Algumas estratégias de projeto podem render excelentes resultados, sem gerar custos adicionais”. Desde 2009, Castro vem se dedicando a projetos bioclimáticos em seu escritório, o FCStudio, em São Paulo. “A orientação da casa é importante para que seja eficiente energeticamente. O sol da tarde incide na face norte (hemisfério sul da Terra), o que deve ser levado em conta na distribuição dos espaços. Além disso, aberturas nas fachadas e teto permitem que a luz natural invada o espaço interno e que não seja necessária a iluminação artificial durante o dia”, explica ele. Outra ideia que vem sendo aplicada por Castro é o sistema de ventilação cruzada, que propicia movimentação de ar dentro da residência, resfriando o espaço e dispensando o ar-condicionado. “Assim, não se agride o meio ambiente nem se tem o custo das máquinas”, diz. Insolação controlada pela orientação da casa, temperatura interna agradável proporcionada pela ventilação cruzada, películas protetoras nos vidros e paisagismo que ameniza a incidência solar direta fazem parte dos recursos utilizados em suas propostas. Árvores plantadas em pontos estratégicos do lote, para que sirvam de barreira contra o sol, também constituem opção. Até mesmo soluções que podem inicialmente aumentar o custo de construção vêm sendo adotadas, pois o investimento é recuperado em médio ou longo prazo. É o caso dos painéis coletores que absorvem a energia solar e a convertem em calor, aquecendo a água de chuveiros e torneiras. Nesse caso, o gasto adicional na obra é recuperado entre 24 e 36 meses, segundo Castro. Quanto aos painéis fotovoltaicos para produção de energia elétrica a partir da energia solar, o retorno se dá em cerca de dez anos, de acordo com Patrícia. “No entanto, novas tecnologias têm aparecido no mercado e o investimento inicial tem barateado a cada ano, aumentando, assim, a viabilidade de implementação desse sistema”, ela afirma. CONTINUA... FONTE:

Engenheiro define carreira até 3 anos após o primeiro emprego

Agência USP, 09/março/2016 - Por Hérika Dias - herikadias@usp.br

É muito difícil o profissional formado em engenharia mudar de carreira após escolher a sua área de atuação, e a definição dessa trajetória ocorre até três anos após o primeiro emprego. Além disso, as mudanças frequentes na economia brasileira são prejudiciais para a escolha de carreira no vestibular e no mercado de trabalho. Atuação de engenheiros típicos é importante para áreas estratégicas, como a aviação. A análise consta em pesquisa do economista Bruno César Araújo que estudou as trajetórias ocupacionais de 9.041 jovens engenheiros do mercado de trabalho formal no Brasil entre 2003 e 2012. Ele também comparou essas escolhas com as feitas por geração anterior de 5.045 engenheiros, formados entre 1995 e 2002, e verificou a trajetória de carreira dessa geração nos anos 2000.

Os resultados constam da tese de doutorado apresentada na Escola Politécnica (Poli) da USP, em fevereiro, com orientação do professor Mario Sergio Salerno. Entender as escolhas profissionais dos engenheiros ajuda a desmistificar a suposta falta de engenheiros no Brasil. “Em 2010, havia um certo temor de que poderia faltar mão de obra qualificada no Brasil para sustentar o crescimento econômico. Existia essa discussão no governo e na sociedade, principalmente sobre profissionais na área de engenharia”, conta Bruno que é pesquisador do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea). Em artigo publicado em 2014, na Revista Novos Estudos, do Centro Brasileiro de Análise e Planejamento (Cebrap), pesquisadores do Núcleo de Apoio à Pesquisa (NAP) Observatório da Inovação (OIC), sediado no Instituto de Estudos Avançados (IEA) da USP, e do Ipea, mostram que, na verdade, no mercado de trabalho há um hiato geracional, devido à lacuna na formação de engenheiros décadas atrás.“Por meio do censo do IBGE descobrimos que, nos anos de 1980 e 1990, caiu o número de formandos em engenharia, mas depois voltou a crescer. É o que chamamos de ‘gap’ de formação. Hoje, eles seriam considerados os engenheiros seniores, capazes de gerenciar e liderar projetos, mas há poucos profissionais no mercado com esse perfil”, disse Salerno em entrevista anterior. Neste novo estudo, os pesquisadores buscaram determinar as áreas que os jovens engenheiros escolhem para trabalhar ao longo dos anos. “O engenheiro não é um profissional com ligação direta entre a formação e o exercício da profissão, ele tem a possibilidade de exercer ocupações fora das carreiras típicas de engenharia”, lembra o economista. Essas carreiras típicas seriam: engenheiro civil, elétrico, mecânico, aeronáutico, etc. Trajetórias ocupacionais: A pesquisa de doutorado Trajetórias ocupacionais de engenheiros jovens no mercado formal brasileiro utilizou as definições de ocupações de acordo com a Classificação Brasileira de Ocupações (CBO). Os jovens engenheiros foram considerados aqueles profissionais com menos de 25 anos que exercem uma ocupação de engenharia no ano inicial do período analisado. E o estudo não abrange o informal, o empregador ou trabalhadores conta-própria, apenas o trabalho com carteira assinada, com informações da Relação Anual de Informações Sociais (RAIS), do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE). A partir da análise das trajetórias profissionais, o estudo trouxe alguns dados sobre o perfil desses jovens: (continua). Fonte:

Eletrônicos e motocicletas derrubam atividade industrial na Zona Franca

D C I, 10/03/2016 - 05h00 - Jéssica Kruckenfellner

São Paulo - A fraca atividade nas indústrias de eletrônicos, motocicletas, informática, bebidas, máquinas e equipamentos derrubou o desempenho da Zona Franca de Manaus (Amazonas) em janeiro. A produção no estado caiu 30,9% em relação a janeiro do ano passado. De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a produção em nove das dez atividades acompanhadas no Amazonas recuou no último ano. "O Amazonas lidera em termos de magnitude da taxa negativa no ano contra ano, com destaque para eletrônicos [televisores, computadores, notebooks e tablets] pressionando a atividade. O segundo impacto negativo partiu da fabricação de bebidas, devido a retração em refrigerantes", explicou o pesquisador do IBGE, Rodrigo Lobo. O recuo na categoria de bebidas surpreendeu o presidente do Centro da Indústria do Estado do Amazonas (Cieam), Wilson Périco. Para ele, o movimento pode ser reflexo da deterioração na atividade econômica na região. "O desempenho ruim nas demais atividades era esperado e não temos sinalização de mudança, porque a demanda continua fraca", disse Périco. Segundo ele, as alternativas adotadas em 2015 estão se esgotando. Férias coletivas por período prolongado, acordos de redução de jornada e demissões não vão mais compensar a demanda fraca, destacou o dirigente. "Eu espero que possamos encontrar soluções para reduzir esse movimento de demissões, porque enquanto isso perdurar vamos alimentar um processo de consumo cada vez menor", afirmou Périco. O dirigente lembrou a forte dependência da economia do Amazonas por demanda de bens de consumo semiduráveis, ligada a renda e nível de emprego no País. Já a indústria extrativa, que no último ano minimizou as perdas de regiões, como Pará, Espírito Santo e Minas Gerais, começa a dar sinais de reversão do cenário positivo.

Segundo o pesquisador do IBGE, acidentes envolvendo a extração de minério de ferro e paralisações no setor de petróleo vêm anulando ganhos acumulados pela atividade extrativa ao longo de 2015."Até setembro do ano passado, essa atividade vinha com resultado positivo no Pará e no Espírito Santo, impulsionados pelo minério de ferro. Enquanto o primeiro, que concentra 80% da sua atividade industrial no setor extrativo ainda vai bem, o segundo vem sofrendo os efeitos do acidente em Mariana [MG] na região", citou. A produção do Espírito Santo atua no campo negativo pelo quarto mês seguido até janeiro, lembrou o pesquisador do IBGE. Na comparação com janeiro de 2015, a atividade na região caiu 26,3%. Já no Pará registrou alta de 10,5%. "Minas Gerais também sofre os desdobramentos do acidente [na barragem da Samarco] no final de 2015, com queda de 18,3%. Essa piora na indústria extrativa veio reforçar o impacto negativo visto em outros setores no estado, como máquinas, equipamentos e veículos automotores", comentou ele. Rodrigo Lobo destacou ainda a paralisação nas atividades ligadas a cadeia de petróleo, fator que ajuda a explicar a retração no Rio de Janeiro (-14,1% ) na leitura anual. Ainda na comparação com janeiro do ano passado, Bahia (+10,3%) e Mato Grosso (+9,3%) foram as únicas áreas, junto com o Pará, que registraram expansão da atividade. "A região do Mato Grosso tem forte produção de itens relacionados a carne, cuja exportação vem sendo beneficiada por uma taxa de câmbio relativamente desvalorizada, explicando parte dessa alta", observou o pesquisador. Melhora: Segundo o IBGE, a produção industrial no País permanece com taxa negativa na comparação anual, com recuo de 13,8% em janeiro. No entanto, na passagem de dezembro para janeiro houve alta de 0,4%, com avanço em 8 dos 14 locais pesquisados.

As maiores altas foram registradas em Santa Catarina (3,7%) e Pará (3,3%). Pernambuco, Amazonas e Espírito Santo tiveram igualmente queda de 2,1%, na passagem de dezembro para janeiro.Fonte:

Análisis sobre resultados del COP21

ACR Latinoamérica, 08/03/2016 - por Camilo Botero

El objetivo de este evento era el de firmar un acuerdo mundial para reducir las emisiones de gases de efecto invernadero en todo el planeta tierra. En esta conferencia (COP21) sobre el clima; 195 países adoptaron el primer acuerdo global sobre el clima, legalmente avalado. Este acuerdo constituye un plan de acción global para colocar al mundo en la ruta de abolir el nocivo cambio climático, limitando el calentamiento global considerablemente por debajo de los 2 °C y debe tener efecto legal en el 2020. El acuerdo de París es la conexión entre las políticas de hoy y una neutralidad climática, antes del fin de este siglo.

Elementos claves del acuerdo:

I - Mitigación mediante la reducción de emisiones: Los gobiernos acordaron:

1. Una meta de largo plazo para mantener el incremento de la temperatura global promedia bien por debajo de 2 °C.

2. Tratar de que el límite del incremento sea de 1.5 °C, ya que esto reduciría el impacto sobre el cambio climático y atenuaría sus riesgos.

3. La necesidad de que las emisiones globales lleguen a su máximo lo más pronto posible, reconociendo que esto tomará más tiempo, para los países en vías de desarrollo.

4. Buscar rápidas reducciones de las emisiones, de acuerdo con la mejor ciencia disponible.

Las acciones que están tomando los países en su conjunto no son suficientes para lograr esta meta de mantener incremento de la temperatura promedio bien por debajo de 2 °C, así que deben hacerse grandes esfuerzos científicos, tecnológicos y financieros para lograrlo; es una cuestión de supervivencia.

II - Transparencia y Medición: Los gobiernos estuvieron de acuerdo en lo siguiente:

1. Reunirse cada cinco años para colocar metas más ambiciosas, según el avance de la ciencia.

2. Reportarse entre ellos e informar al público sobre qué tan bien lo están haciendo en la consecución de sus metas.

3. Evaluar el progreso hacia las metas de largo plazo a través de un sistema apropiado de transparencia y medición.

III – Adaptación: Los gobiernos accedieron a:

1. Fortalecer la habilidad de la sociedad para tratar con los impactos del cambio climático.

2. Proveer soporte internacional, continuo y mejorado, para la adaptación de los países en vía de desarrollo.

IV – Pérdida y daño: El acuerdo también:

1. Reconoce la importancia de impedir, minimizar y dirigir, las pérdidas y daños, asociados con los adversos efectos del cambio climático.

2. Admite la necesidad de cooperar y mejorar el entendimiento, acción y soporte, en diferentes áreas tales como sistemas de prevención tempranos, prevención de emergencias y seguros de riesgo.

V – Soporte.

1. La Unión Europea y otros países desarrollados continuarán soportando acciones relativas al clima, para reducir las emisiones y construir resiliencia a los impactos en el cambio climático en los países en vías de desarrollo.

2. Otros países están motivados a proveer o continuar proveyendo tal soporte de manera voluntaria.

3. Los países desarrollados continuarán su meta colectiva existente, para movilizar US$100.000 millones por año hasta el 2025, cuando se fijará una nueva meta colectiva (esperemos que efectivamente esto se haga y se empleen correctamente esos fondos).

Nota: Lo anterior fue tomado de la página web de European Commission: Climate Action, con una traducción libre de mi parte.

Interpretación de los acuerdos

Me parece que, con excepción del incremento máximo de 2 °C en la temperatura media de la tierra y la recomendación de que ojalá fuera del orden de 1.5 °C y el dato de la movilización de US$100.000 millones por año hasta el 2015 por parte de los países desarrollados para la lucha contra el cambio climático, los demás puntos son ambiguos. Fonte:

Em 8 anos, mais de 1 milhão de brasileiros devem gerar sua própria energia

Ambiente Brasil, 07/03/2016

Você já pensou em gerar a sua própria energia elétrica em casa? Pois essa possibilidade já existe e deve ser cada vez mais comum no país. Segundo estimativa da Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica), até 2024 cerca de 1,2 milhão de residências no Brasil vão contar com energia produzida pelo sistema de geração distribuída, que permite que o consumidor instale pequenos geradores de fontes renováveis, como painéis solares e microturbinas eólicas, e troque energia com a distribuidora local, com objetivo de reduzir o valor da conta de luz. O diretor da Aneel Tiago Correia já instalou oito placas de geração de energia solar em sua casa, o que vai atender ao consumo total da residência a partir do mês que vem. Para ele, além da vantagem de usar apenas fontes renováveis, um dos benefícios da geração distribuída é a redução de investimentos em redes de distribuição de energia. “Ela traz a geração para próximo do consumo”, afirma. Na última terça-feira (1º), começaram a valer as novas regras aprovadas pela Aneel para a geração distribuída no país, que devem aumentar a procura pelo sistema. Uma das novidades é a possibilidade de geração compartilhada, ou seja, um grupo de pessoas pode se unir em um consórcio ou em cooperativa, instalar uma micro ou minigeração distribuída e utilizar a energia gerada para reduzir as faturas dos consorciados ou cooperados. Segundo Tiago Correia, essa mudança vai possibilitar que mais pessoas adotem a geração compartilhada. “Quanto maior o sistema, mais barata é a instalação total, porque alguns custos são diluídos. Isso faz com que o retorno do investimento seja muito mais rápido, além de facilitar o acesso ao crédito cooperativado”, acrescenta. Também foi autorizado pela Aneel que o consumidor gere energia em um local diferente do consumo. Por exemplo, a energia pode ser gerada em uma casa de campo e consumida em um apartamento na cidade, desde que as propriedades estejam na área de atendimento de uma mesma distribuidora. A norma também permite a instalação de geração distribuída em condomínios. Nesse caso, a energia gerada pode ser repartida entre os condôminos em porcentagens definidas pelos próprios consumidores . Quando a quantidade de energia gerada em determinado mês for superior à energia consumida, o cliente fica com créditos que podem ser utilizados para diminuir a fatura dos meses seguintes. De acordo com as novas regras, o prazo de validade dos créditos passou de 36 para 60 meses. Crescimento – Entre 2014 e 2016, as adesões ao modelo de geração distribuída quadruplicaram no país, passando de 424 conexões para 1.930 conexões. Para este ano, o crescimento pode ser de até 800%, segundo a Aneel. “O potencial de crescimento é muito grande, e a taxa de crescimento tem sido exponencial, até porque a base ainda é baixa”, afirma Correia. Atualmente, cerca de 90% das instalações de geração distribuída no país correspondem a painéis solares fotovoltaicos. Para o presidente executivo da Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (Absolar), Rodrigo Sauaia, as novas regras aprovadas pela Aneel vão ajudar a fomentar o uso da geração distribuída no país. “A revisão das normas vai possibilitar ampliação expressiva da participação da população brasileira na geração distribuída. O Brasil acabou de se posicionar como uma referência internacional, na vanguarda na área de incentivo ao uso da energia de geração distribuída, em especial a geração solar”, lembra. Custos – O investimento em um sistema de geração de energia distribuída ainda é alto no Brasil, por causa do custo dos equipamentos, mas o retorno poderá ser sentido pelos consumidores entre cinco e sete anos, segundo o diretor da Aneel. “Se você pensar como um investidor, que tem um dinheiro disponível e gostaria de aplicar, traria um rendimento muito melhor do que qualquer aplicação financeira disponível hoje”, diz Tiago Correia. Já o responsável pela área de geração distribuída da empresa Prátil, Rafael Coelho, estima que uma residência consiga obter o retorno do investimento a partir de quatro anos, dependendo da radiação do local e do custo da tarifa. Para ele, o investimento vale a pena, especialmente porque o consumidor evita oscilações na tarifa de energia. “Quando você faz o investimento em um sistema desses, é o equivalente a você comprar um bloco de energia antecipado, um estoque de energia, que poderá usar por 25 anos sem se preocupar se o valor da energia vai subir ou vai descer”, diz Coelho. Segundo ele, o aumento da procura por equipamentos vai fazer com que o custo da instalação tenha uma redução nos próximos anos. “Como qualquer indústria, ela precisa de escala para poder reduzir o custo unitário. Então, com o crescimento do setor, essa escala deve vir e consequentemente o custo para o cliente deve abaixar também”. Para a Absolar, o principal gargalo para o avanço do setor de geração distribuída no país é a questão tributária, especialmente nos 12 estados que ainda não eliminaram o Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços, o ICMS sobre a energia da microgeração. Em nível federal, o governo já fez a desoneração do PIS-Pasep e da Cofins sobre o sistema. Em relação ao financiamento, a entidade espera que o governo mobilize os bancos públicos para a oferta de crédito com condições especiais para pessoas e empresas interessadas em investir em mini e microgeração distribuída. (Fonte: Agência Brasil)

Fonte:

Brasil inaugura primeira usina solar flutuante do mundo em lago de hidrelétrica

Ambiente Brasil, 07 / 03 / 2016

O primeiro projeto-piloto no mundo, de exploração de energia solar em lagos de usinas hidrelétricas, com uso de flutuadores, foi lançado na sexta-feira (4) na Hidrelétrica de Balbina, no município de Presidente Figueiredo, no Amazonas. Segundo o Ministério de Minas e Energia, a iniciativa já foi implementada em outros países, mas em reservatórios comuns de água. No caso do Brasil, a engenharia será utilizada nos lagos das hidrelétricas, permitindo aproveitar as sub-estações e as linhas de transmissão das usinas, além da lâmina d’água dos reservatórios, evitando desapropriação de terras. As placas fotovoltaicas flutuantes no reservatório da usina amazonense vão gerar, inicialmente, um megawatt (MW) de energia. A previsão é que em outubro de 2017 a potência seja ampliada para cinco MW, o que é suficiente para abastecer, por exemplo, 9 mil casas. O ministro Eduardo Braga, do PMDB, explica que o projeto de geração híbrida utiliza a capacidade dos reservatórios e a infraestrutura de hidrelétricas brasileiras, principalmente, as que estão com baixa capacidade de geração de energia, como é o caso de Balbina. “Aqui em Balbina é um caso bastante típico porque nós temos uma subestação que poderia estar transmitindo algo como 250 MW. Hoje, usa apenas 50 MW. Portanto, há 200 MW de ociosidade, que vamos poder suplementar com energia solar, com custo muito reduzido, fazendo com que tenhamos eficiência energética, segurança energética, melhor gestão hídrica dentro dos nossos reservatórios e ao mesmo tempo baratear a energia para que a tarifa de energia elétrica seja mais barata em nosso país”, afirmou. A pesquisa vai analisar o grau de eficiência da interação de uma usina solar, em conjunto com a operação de usinas hidrelétricas, e a influência no ecossistema dos reservatórios. Após os estudos, de acordo com Eduardo Braga, a expectativa é que a geração de energia solar seja de 300 MW, podendo abastecer 540 mil residências. “É preciso fazer vários estudos, e nós esperamos, terminados esses estudos, poder começar os leilões de energia, de reservas com flutuadores dentro dos nossos reservatórios, e aí teremos capacidade muito grande no Brasil, porque o país possui inúmeras hidrelétricas com espaço para coletar energia solar nos seus reservatórios”, explicou o ministro. De acordo com o presidente da Eletrobras, José da Costa Carvalho Neto, a tendência é que o país amplie a geração de energia solar, o que pode refletir futuramente na redução da conta de luz. Mas ressaltou que não dá para avaliar a queda percentual, pois ainda não se sabe quanto será o custo da energia solar. Mas adiantou que será uma “redução substancial”. Segundo ele, a participação da energia solar na matriz elétrica brasileira é muito pequena, mas deve crescer nos próximos anos, podendo chegar a 5%/10% ou até mais. “Cada vez mais esses painéis estão reduzindo. A energia solar vai ficar muito barata, e essa economia será repassada para as tarifas que beneficiam o consumidor brasileiro”, destacou. Os flutuadores da primeira etapa foram produzidos em Camaçari, na Bahia, e os próximos vão ser fabricados no Amazonas. Segundo Orestes Gonçalves, sócio-diretor da empresa Sunlution, responsável pelo desenvolvimento do projeto, a iniciativa vai contribuir para a geração de empregos. Ele disse que todos os empregos serão contratados no estado do Amazonas, de gente com formação pela Universidade Federal do Amazonas, Serviço Nacional da Indústria (Senai) e outras instituições de ensino. Os eletricistas que vão instalar as usinas, os engenheiros que vão participar, assegurou, “serão todos do estado do Amazonas, e todos com treinamento. Esse é o objetivo de envolver a universidade no projeto”. Para Ciro Campos, do Instituto Socioambiental (ISA), a iniciativa do governo é positiva e oportuna, porque estimula a produção de energia solar no país e a criação de uma cadeia produtiva que ajuda a gerar emprego e renda em um momento de crise econômica. Mas ele chama a atenção para a escolha de usinas como a de Balbina, que causaram grande impacto ambiental e têm pouca produtividade. No seu entender, “Balbina é a pior usina hidrelétrica já construída no Brasil, e talvez seja também o maior crime ambiental da nossa história. Portanto, não basta o ministério ’solarizar’ Balbina ou outras hidrelétricas na Amazônia para tornar a existência dessas usinas menos nocivas para a atmosfera e para a sociedade também”. Projeto semelhante, com a mesma capacidade de geração de energia solar de Balbina, será anunciado na Hidrelétrica de Sobradinho, na Bahia, no próximo dia 11. A Eletronorte e a Chesf vão investir quase R$ 100 milhões nos dois empreendimentos, que devem entrar em operação em janeiro de 2019. A construção será de responsabilidade da empresa brasileira Sunlution, em parceria com a fabricante de equipamentos WEG e participação das universidades federais de Pernambuco e do Amazonas, bem como da Fundação de Apoio ao Rio Solimões. Fonte:

ONG, sindicatos e empresas pedem a UE que reduza gases de efeito estufa

Ambiente Brasil, 03/03/2016

ONG, sindicatos e grandes empresas pediram nesta quarta-feira à Comissão Europeia que reduza mais que o atualmente previsto as emissões de gases de efeito estufa na União Europeia (UE). “A Comissão se esquece de recomendar uma revisão dos objetivos de carbono da UE antes de 2030, com vistas ao objetivo fixado em Paris de limitar o aumento das temperaturas globais a 1,5º C”, escreveu o Greenpeace em um comunicado. O acordo assinado durante a COP21, em Paris, em dezembro passado, visa a conter o aquecimento “muito abaixo dos 2º C” e pede aos países para “prosseguir com os esforços para limitar o aumento a 1,5º C”, lembrou a organização ambientalista. No entanto, o atual objetivo da União Europeia foi fixado em 2014, com a finalidade de limitar a elevação das temperaturas a 2º C. Assim, a UE prevê uma redução de 40% antes de 2030 com relação a 1990 das emissões de gases de efeito estufa, acrescentou. O Greenpeace expressa sua “decepção”, pois a Comissão se nega a contemplar a possibilidade de fixar novas metas climáticas antes de 2023. O eurodeputado verde francês Yannik Jadot, referindo-se ao acertado na COP21, também destacou que “as repercussões deste acordo para a Europa são claras: a União Europeia tem que revisar seus objetivos em matéria de clima e energia para 2020, 2030 e 2050″. A Rede Ação pelo Clima da Europa, que reúne 120 ONGs em trinta países também pediu à UE a elevar seus objetivos. “É preciso conseguir baixar em muito mais que 40% as emissões de gases de efeito estufa antes de 2030 e aproximá-las de zero em 2050″, declarou Wendel Trio, diretor da Rede, em um comunicado conjunto da Confederação Europeia de Sindicatos (CES) e um grupo de grandes empresas, entre as quais estão Coca-Cola e GlaxoSmithKline. Um calor abrasador cobriu a Terra no ano passado como nunca antes, fazendo de 2015 no ano mais quente desde que os registros tiveram início, no fim do século XIX, aumentando a preocupação sobre o avanço acelerado das mudanças climáticas. Recordes de calor foram observados em quase todo o mundo, incluindo a América Central, metade norte da América do Sul, partes do norte, sul e leste da Europa, bem como no oeste da Ásia e importantes regiões da Sibéria. (Fonte: UOL).

Fonte:

Norma federal estimula geração doméstica de energia solar

Arco Web, 24 / 02 / 2016

Desde 1º de março, estão em vigor as novas regras da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) para a geração de energia elétrica distribuída.

O consumidor pode instalar pequenos geradores (painéis solares fotovoltaicos, microturbinas eólicas, entre outros) em sua unidade consumidora e trocar energia com a distribuidora local, buscando a redução do valor da sua conta de luz. A revisão da resolução normativa nº 482/2012, que criou o Sistema de Compensação de Energia Elétrica, foi aprovada no dia 24 de novembro do ano passado. Segundo as novas regras, será permitido o uso de qualquer fonte renovável, além da cogeração qualificada, denominando-se microgeração distribuída a central geradora com potência instalada até 75 quilowatts (KW) e minigeração distribuída aquela com potência acima de 75 kW e menor ou igual a 5 MW (sendo 3 MW para a fonte hídrica), conectadas na rede de distribuição por meio de instalações de unidades consumidoras. Quando a quantidade de energia gerada em determinado mês for superior à energia consumida naquele período, o consumidor fica com créditos que podem ser utilizados para diminuir a fatura dos meses seguintes. Além disso, o prazo de validade dos créditos passou de 36 para 60 meses. Eles podem ser usados para abater o consumo de unidades consumidoras do mesmo titular situadas em outro local, desde que na área de atendimento de uma mesma distribuidora. Trata-se do “autoconsumo remoto”. A nova norma também permite instalação de geração distribuída em condomínios. Assim, a energia gerada pode ser repartida entre os condôminos em porcentagens definidas pelos próprios consumidores. A Aneel criou ainda a “geração compartilhada”, possibilitando que diversos interessados se unam em um consórcio ou em uma cooperativa, instalem uma micro ou minigeração distribuída e utilizem a energia gerada para redução das faturas dos consorciados ou cooperados. O prazo total para a distribuidora conectar usinas de até 75 kW, que era de 82 dias, foi reduzido para 34 dias. Segundo a Aneel, com a simplificação dos procedimentos de registro, cerca de 1,2 milhão de unidades consumidoras devem produzir sua própria energia elétrica até 2024. Fonte:

Mais pessoas trabalhando em manutenção

P&S, Produtos e Serviços, n. 492, dez.2015/jan.2016. p. 15

Fonte:

Servitização: um conceito que pode revitalizar a indústria

P&S, Produtos e Serviços, n. 492, dez.2015/jan.2016. p. 17

Fonte:

Monitoramento de manutenção

P&S, Produtos e Serviços, n. 492, dez.2015/jan.2016. p. 19

Fonte:

Manutenção é fator crítico de sucesso

P&S, Produtos e Serviços, n. 492, dez.2015/jan.2016. p. 25

Fonte:

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Fisco altera regras de programa de comércio exterior

Informe Jurídico ABRAS, 09/03/2016 11:40:19 - Por Laura Ignacio de: Valor Econômico

A Receita Federal editou nova regulamentação para as empresas interessadas no Programa Brasileiro de Operador Econômico Autorizado (OEA). O objetivo do programa é desburocratizar as operações de comércio exterior. As empresas certificadas são, por exemplo, dispensadas de exigências na aplicação de regimes aduaneiros especiais. Segundo advogados, a nova norma torna o programa mais atrativo. Instrução Normativa (IN) nº 1.624, de 2016 – que altera a regulamentação antiga, a IN nº 1.598, de 9 de dezembro de 2015 – foi publicada no Diário Oficial da União de sexta-feira, quando entrou em vigor. Segundo a advogada Vera Kanas, sócia na área de comércio internacional, do TozziniFreire, a IN determina que a declaração de exportação de empresa operadora deverá ser analisada com prioridade pelo Fisco – assim, conseguirá exportar mais rápido. O mesmo foi instituído em relação à declaração de importação. “Atualmente, leva-se em média 20 dias para a finalização do processo de importação e cinco para a exportação, mais ou menos, entre o navio chegar e ser feito o despacho aduaneiro. A ideia é que processos de exportação e importação sejam mais rápidos e desburocratizados", afirma Vera. Essa também é uma medida para o Brasil estar no Acordo de Facilitação do Comércio da Organização Mundial de Comércio (OMC), que espera ratificação da presidente da República, Dilma Rousseff. "Com isso, uma operadora no Brasil poderá usar os benefícios previstos em outros países para o comércio exterior", diz a advogada.

De acordo com Vera, o programa implica em um maior controle por parte da Receita, mas os benefícios são substanciais. "Acelera-se o processo de comércio exterior, o que gera redução de custos com armazenagem, transporte e estoque. E a empresa consegue se planejar melhor para fazer uma melhor negociação com o exportador, por exemplo", afirma. A previsão é de que o programa esteja em pleno funcionamento a partir de dezembro. Após um projeto-piloto, a partir deste mês, o Fisco começou a receber os pedidos de certificação. Fonte:

Empresas têm de se preparar para a ECF

Informe Jurídico ABRAS, 09/03/2016 - Hugo Amano por DCI

Em 2016 o prazo para entregar a obrigação acaba no primeiro semestre, em 30 de junho. A Escrituração Contábil Fiscal (ECF) é a obrigação acessória que substituiu, desde 2015, a tão conhecida Declaração do Imposto de Renda Pessoa Jurídica (DIPJ), até então uma das obrigações acessórias mais importantes e completas que as Empresas entregavam ao fisco. Na ECF, o contribuinte entrega ainda mais informações que a antiga DIPJ, ou seja, mais desafio e mais trabalho para os já atribulados profissionais atuantes na área. Dentre os dados adicionais requeridas, destaque para o Livro de Apuração do Lucro Real (Lalur) e o Livro de Apuração da Contribuição Social (LACS), que fazem parte do bloco M do novo arquivo. Neste bloco M é que reside a maior dificuldade em gerar as informações ou mesmo preenchê-las. Por este motivo, é o bloco onde encontramos a maior parte dos erros e inconsistências durante os nossos trabalhos de revisão. Entre os obstáculos estão a falta de informações históricas com relação aos saldos iniciais das diferenças temporárias, prejuízos fiscais e base negativa. Nem todas as corporações têm o controle adequado de todas as provisões, variações cambiais e outras diferenças temporárias; ou mantinham o Lalur impresso devidamente escriturado. Outra dificuldade no preenchimento referiu-se à Escrituração Contábil Digital (ECD), cujo arquivo deve ser recuperado e é a base para poder gerar a ECF. Pelo fato de a ECD não ter sido gerada e enviada, as empresas não conseguem subir as informações precisas para dentro da ECF. Para 2016, a ECF vai importar as informações da ECF anterior. Caso haja alguma incorreção na declaração de 2015, a empresa terá que retificá-la antes de importá-la. Do contrário, estará criando uma verdadeira bola de neve para o futuro, pois terá que corrigir todas as ECF do passado antes de gerar a ECF do ano corrente. O prazo de entrega é 30 de junho. O status de mais importante e completa declaração ainda permanece, mas porque também não defini-la como uma das mais onerosas? A apresentação da ECF com incorreções ou omissões acarretará a aplicação de multa de 3% do valor omitido, inexato ou incorreto. Esta multa é muito mais representativa que as aplicadas na época da DIPJ e as administrações das empresas, em sua maioria, não têm como avaliar se os arquivos estão adequados ou não. A sede arrecadatória do fisco é ainda maior em períodos que a economia interna enfrenta desaceleração. Desta forma, é altamente recomendável que a ECF seja revisada por alguém capacitado antes da sua entrega e, assim, mitigar o risco de conter informações incorretas. Fonte:

Receita inclui nova funcionalidade para desligamento de trabalhador no eSocial

D C I, 09/03/2016 - 12h32

BRASÍLIA - A Receita Federal liberou mais uma funcionalidade no eSocial, portal que reúne o pagamento de todos os tributos para os trabalhadores domésticos. O registro da demissão ou desligamento do trabalhador pode ser feito dentro do menu Trabalhador. Para demissões ocorridas a partir de 8 de março deste ano, o empregador deverá utilizar a funcionalidade para registrar o desligamento, imprimir o termo de rescisão ou quitação e o documento de arrecadação do eSocial (DAE rescisório) com os valores do FGTS. Já para demissões ocorridas entre 1/10/2015 e 7/3/2016, o empregador deverá acessar a opção de desligamento e informar apenas o "Motivo" e a "Data do Desligamento". A funcionalidade Desligamento finaliza a operacionalização dos direitos e deveres do Empregado Doméstico e do Empregador no eSocial, segundo a Receita Federal. Atualmente o eSocial conta com mais de 1,4 milhão de empregadores cadastrados e emite mensalmente mais de 1,2 milhão de guias de pagamentos (DAE).

Fonte:

Portaria agiliza pagamento a empresas do Programa de Proteção ao Emprego

D C I, 09/03/2016 - 11h57

BRASÍLIA - Após reclamações de empresas pela demora nos pagamentos do Programa de Proteção ao Emprego (PPE), o Ministério do Trabalho e Previdência Social editou uma norma que facilita o pagamento da complementação salarial que é repassada do governo ao trabalhador. No PPE, para evitar demissões, os empresários podem reduzir em até 30% a jornada e o salário do funcionário, num limite de 30%, sendo que metade do corte salarial é bancado pelo governo. Se a redução for de 20%, por exemplo, o FAT repassa 10% ao empregador. De acordo com o Ministério, a exigência da entrega das folhas de pagamento dos funcionários finalizada para posterior repasse do dinheiro era o motivo dos atrasos. A portaria, publicada nesta quarta-feira, 9, no Diário Oficial da União (DOU), possibilita às empresas o envio prévio da folha de pagamento dos trabalhadores e posterior compensação. "Hoje, muitas empresas não conseguem enviar a folha de pagamento finalizada dentro do prazo exigido pelo Ministério", explicou o ministro Miguel Rossetto. No caso de envio de uma folha de pagamento prévia, a empresa deverá encaminhar ao Ministério a folha final até o quarto dia útil após à data de pagamento. "As eventuais diferenças de valores serão compensadas posteriormente, seja de repasse complementar ou de devolução ao Ministério", ressaltou Rossetto. A empresa deve compensar a diferença até o 15º dia, contado da data do recebimento da notificação expedida pelo Ministério. Vencido o prazo, no valor incidirá atualização financeira. O não recolhimento dos recursos no prazo de trinta dias, contados da data do recebimento da notificação, pode acarretar exclusão da empresa do PPE, além de registro no Cadastro Informativo de Créditos não Quitados do Setor Público Federal (Cadin).

Fonte:

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Desenhistas Projetistas

Revista do Frio – JAN./2016 P. 41

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Curso en línea de ASHRAE sobre Flujo de Refrigerante Variable

ACR Latinoamérica, 08/03/2016

Internacional. Un nuevo curso en “Diseño & Aplicación de Sistemas de Flujo de Refrigerante Variable,” es uno de los once ofrecidos en la serie de cursos en línea de primavera de ASHRAE. Los sistemas de flujo de refrigerante variable (Variable refrigerant flow VRF) se están utilizando ahora en una gran variedad de edificios en toda Norte América. Los beneficios del VRF incluyes apliaciones zonales, capacidad variable, control distribuido, bajo ruido de operación, enfriamiento y calentamiento simultáneos, uso eficiente de la energía, instalación rápida y bajos costos de mantenimiento.El curso, que se realizará el 16 de Mayo, proporciona conceptos de no fabricantes de cómo aplicar los sistemas VRF en edificios. El será un suplemento a la introducción a los fundamentos tecnológicos presentados en el Handbook de ASHRAE versión 2012, Sistemas HVAC y Equipos, ofrecido a los ingenieros consultores que ya tienen el conocimiento básico de la tecnología VRF. El Instituto de Aprendizaje de ASHRAE (ASHRAE Learning Institute ALI) ofrece, esta primavera, once seminarios de desarrollo profesional en línea enfocados comisionalmiento, calidad de aire interior, eficiencia energética, apliacionees HVAC, y guías y estándares. Los participantes pueden acceder estos cursos dictados por instructores desde cualquier lugar del mundo que cuente con una conexión a internet, y pueden ganar unidades de educación continuada / horas de desarrollo profesional por cada curso que completen. Os cursos ALI brindan desarrollo profesional por medio de información profunda que se entrega a tiempo, de manera práctica y más allá del nivel técnico básico. Los cursos en línea se ofrecen cada primavera y otoño.

Para precios o registro, visite: onlinecourses

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Centro de pesquisas de grafeno do Mackenzie vai desenvolver trabalhos conjuntos com empresas

IPESI INFORMA, 04/03/2016

O MackGraphe, Centro de Pesquisas Avançadas em Grafeno, Nanomateriais e Nanotecnologias, inaugurado no dia 2 de março no Campus Higienópolis da Universidade Presbiteriana Mackenzie, em São Paulo é o primeiro centro privado de excelência em pesquisas nesta área da América Latina. Os especialistas da área da ciência e tecnologia, participantes do centro de pesquisas - fruto de investimento de mais de R$ 100 milhões - afirmam que é o primeiro passo rumo a um mercado de grande potencial, cuja a expectativa de movimentação está em torno de 1 trilhão de dólares na próxima década. Maurício Melo de Meneses, presidente do Instituto Presbiteriano Mackenzie, afirma a intenção do MackGraphe é desenvolver um bom relacionamento com empresas, corporações, para ir além do campo acadêmico e científico, propiciando o desenvolvimento conjunto (universidade e empresas) de patentes de produtos diferenciados. Desta forma, segundo o reitor do Mackenzie, Benedito Guimarães Aguiar Neto, o desafio é inserir o Brasil no mapa da inovação, com a produção e aprimoramento de pesquisas e patentes que tragam benefícios para a sociedade e contribuição à competitividade nacional no mercado mundial. GRAFENO - Com status de material mais resistente e fino do planeta, além de um excelente condutor de eletricidade e calor, o grafeno é o futuro da tecnologia mundial, com potencial de movimentar um mercado de US$ 1 trilhão em vários setores: defesa, eletroeletrônicos, semicondutores, produtos como plástico ou látex, televisões e smartphones, com displays flexíveis e transparentes. Além disso, estudos recentes revelam que o material também pode ser utilizado na filtragem de água. Diante da popularidade crescente, é fato que há interesse na utilização do material por parte das grandes potências mundiais. A China, por exemplo, já possui cerca de 2.204 patentes registradas em produtos com grafeno, seguida dos Estados Unidos, com 1.754, e a Coréia do Sul, com 1.160. "Existe uma verdadeira corrida por trás de tudo isso. Apenas a Samsung (gigante sul-coreana de tecnologia), tem mais de 500 patentes. Há um potencial gigantesco no material", explica o coordenador do MackGraphe, Eunézio Thoroh de Souza. A produção mundial de grafita natural em 2013 foi de 1,1 milhão de toneladas, enquanto a China foi responsável por 70,4% da produção total, seguida pela Índia, Brasil, Coreia do Norte e Canadá, mantendo os números do ranking produtivo feito em 2012. Em escala menor, esse mineral foi produzido nos seguintes países: Rússia, Turquia, México, Noruega, Romênia, Ucrânia, Madagascar e Sri Lanka. Nesse cenário, o Brasil manteve o terceiro lugar dentre os principais produtores mundiais de grafita. A América do Sul detém a principal ocorrência do material, com grandes reservas e infraestrutura para permitir o crescimento da produção. As reservas brasileiras estão primariamente nos estados de Minas Gerais, Ceará e Bahia.

Em 2013, a produção brasileira do mineral natural beneficiada foi de 91.908 t de minério (65 mil toneladas de contido), com acréscimo de 4,2% (3.808 t) em relação ao ano de 2012. A maior empresa produtora de grafita natural beneficiada no Brasil é a Nacional de Grafite Ltda., responsável por 96% do total, no ano de 2013, estabelecida no estado de Minas Gerais, nos municípios de Itapecerica, Pedra Azul e Salto da Divisa, conforme o Informe Mineral 2015 do DNPM - Departamento Nacional de Produção Mineral. Atualmente, 1 kg de grafite custa US$ 1 e dele pode-se extrair 150g de grafeno, avaliado em pelo menos US$ 15 mil, uma fantástica valorização. Prevê-se que o mercado de grafeno terá potencial para atingir até US$ 1 trilhão em 10 anos. E o melhor: estima-se que o Brasil possua a maior reserva mundial, segundo relatório publicado em 2012 pelo DNPM. O grafeno é um cristal atômico bidimensional formado por átomos de carbono dispostos em uma estrutura hexagonal. É o primeiro material bidimensional no mundo, e foi isolado pela primeira vez em 2004 pelos professores Andre Geim e Kostya Novoselov, ganhadores do prêmio Nobel de Física de 2010. Devido à sua combinação única de propriedades superlativas, o grafeno potencializa novas tecnologias, podendo ser aplicado nas mais variadas coisas. Continua em:

Fonte:

Corrida por grafeno deve mobilizar indústria do País

D C I, 10/03/2016 - 05h00 - Henrique Julião

São Paulo - O grafeno ainda é pouco conhecido do público brasileiro, mas este cenário está para mudar. A descoberta de novos usos do material em áreas bem distintas - que vão desde a indústria de telefonia e telecomunicações até a têxtil ou de artigos esportivos - tem suscitado um interesse crescente entre empresas e universidades. "O grafeno não é um produto em si, mas um material usado não pelo usuário final, mas pelas empresas e indústrias", explica o professor da Universidade Presbiteriana Mackenzie, Christiano José Santiago de Matos, um dos pesquisadores do recém-inaugurado MackGraphe. O laboratório, orçado em R$ 100 milhões e erguido no campus da universidade paulistana, é o primeiro da América Latina voltado a pesquisa e desenvolvimento de compostos e produtos que tenham o grafeno como base. O grafeno é, grosso modo, a matéria-prima do grafite, já famoso por municiar artigos corriqueiros como o lápis. Sua "descoberta", contudo, só aconteceu em 2004, quando dois pesquisadores da Universidade de Manchester, na Inglaterra, encontraram uma maneira de obter o material puro - trabalho que rendeu até um Nobel da Física, em 2010. "Quando se consegue delaminar ou esfoliar o grafite, você chega ao grafeno", explica Matos - a estimativa é que de cada quilo daquele seja possível extrair 150 gramas deste. O que torna este material tão valoroso são algumas de suas particularidades: além de ser mais resistente que o aço, o grafeno é muito leve e capaz de conduzir eletricidade. Soma-se a tudo isso o fato de sua composição ser transparente. "Sua aplicação mais 'pé no chão' neste momento envolve compósitos e nanocompósitos", conta o professor da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) e pesquisador do centro de tecnologia CTNanotubos, Andre Ferlauto. Trocando em miúdos: quando este pequenino material é misturado a polímeros como o plástico, o resultado implica em produtos mais resistentes, leves e baratos - algo que já está beneficiando a produção de artigos para esporte. Touchscreen: Seu uso no mercado de telefonia ou de telecomunicações, contudo, é ainda mais disruptivo. "Como o grafeno só absorve 2% ou 3% da luz, conduz energia e é transparente, ele é muito importante para a tecnologia touchscreen", explica Matos, em referência às cada vez mais populares telas sensíveis ao toque, fundamentais em smartphones. "Atualmente, elas são feitas com materiais não abundantes e quebradiços. Substituindo, isso se tornaria bem mais barato". Ferlauto, da UFMG, destaca outra oportunidade: baterias e supercapacitores mais eficientes. "Ele é uma ótima solução para substituição do silício." Também há potencial para o mercado de redes ópticas: sua capacidade ímpar de converter luz em eletricidade elétrica deve permitir conexões mais rápidas e menos custosas. "Já temos inclusive conversas com empresas de telecomunicações nacionais. Há chances de começarmos [projetos de colaboração] até o final de 2016", conta Matos, do MackGraphe. Futuro: Além de área consolidadas, o grafeno vai colaborar com o desenvolvimento de produtos "inteligentes" e que, por enquanto, estão longe do consumidor, como roupas. "No caso de misturarmos o grafeno com tecidos, além deles se tornarem mais resistentes, também permitiriam a presença de sensores, que poderiam medir batimentos cardíacos, por exemplo", aponta Matos, citando ainda a possibilidade de janelas inteligentes. "Há uma gama enorme de produtos. Já tem gente fazendo tintas inteligentes e condutoras", destaca André Ferlauto, do CTNanotubos. "O potencial de uso do material é muito grande", sinaliza, apontando que muito ainda está por vir.

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